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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Tirando a água do joelho

Durante quantas bebedeiras ou em um pit stop de uma longa viagem você não precisou parar para "tirar água do joelho"?

Pois é, ontem, 30 de dezembro de 2010, eu fiz um pit stop no Pronto Socorro ali do Macuco para tirar a tal da água do joelho..... literalmente.

Se você nunca viu uma ação dessas, aproveite a oportunidade e saiba que não é como "instalar um torneirinha" para a água sair... é mais um ladrão.

Tranquilo. Não dói tanto quanto parece.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Vamos falar um pouco do ecologicamente correto

Em Santos há vários - e põe vários nisso - prédios sendo construídos, mas não se ouve falar que em alguns deles está sendo instalado um sistema de reuso de água, algo simples que, financeiramente falando, traz uma enorme economia ao condomínio e, nos tempos de hoje poderemos dizer, principalmente, traria uma enorme ajuda ao meio-ambiente no quesito economia de água, já que pode economizar 80% ou mais da água consumida.

Reutilizando a água da chuva para as descargas nos banheiros, lavagem das áreas comuns dos condomínios e outros fins possíveis, que não sejam para o consumo humano ou animal, essa enorme quantidade de prédios ora em construção faria uma Santos de primeiro mundo, alçando nossa cidade a um patamar inimaginável pelo exemplo que daria.

Pelas notícias que se vê - não é uma certeza mas, praticamente o único prédio que dispõe de um sistema desses é o da FGV na Avenida Conselheiro Nébias e lá a conta da água que mensalmente chega, sem falhar, vem com um valor substancialmente mais baixo, pois muito da água utilizada vem, gratuitamente, dos céus e, dependendo do uso, sequer precisa ser tratada.

Prédios, casas e outras construções poderiam ajustar-se a este sistema. Há vários terminais de contêineres em Santos que utilizam um sistema próprio e toda a água utilizada para a lavagem dos equipamentos é tratada e reutilizada - grande economia, com a borra (resíduos que sobram) ainda podendo ser utilizada na construção civil. Tudo ecologicamente correto.

Não sou especialista no assunto, mas mesmo como leigo dá para observar que as reservas naturais de água doce do planeta estão pedindo socorro e a hora de tomarmos providências já passou. Temos de agir, e rápido.